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Baixada Santista pode entrar na Zona Verde, diz Estado

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O Governo do Estado de São Paulo afirmou nesta sexta-feira (14) que a Baixada Santista poderá terminar a próxima semana dentro da Zona Verde do Plano SP que utiliza cinco critérios estipulados para que as regiões sejam reclassificadas de fase durante o período da pandemia e permite uma retomada maior ou menor das atividades comerciais dependendo de como o coronavírus está afetando a região.

Segundo informações disponibilizadas pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, a próxima reclassificação de fases do Plano São Paulo está prevista para a próxima sexta-feira (21). Com a conclusão de mais um período de duas semanas epidemiológicas, a 12ª atualização poderá registrar novas progressões de fase se os índices de controle da pandemia e capacidade hospitalar se mantiverem com viés de queda na capital, interior e litoral, que engloba também a Baixada Santista e seus nove municípios.

Na atualização da primeira sexta-feira (7) do mês de agosto, as nove cidades caiçaras já contavam com quatro índices com valores correspondentes a de regiões que poderiam integrar a Zona Verde: Ocupação de leitos UTI para pacientes com Covid-19; número de leitos de Covid-19 por cada 100 mil habitantes; número de casos e, por fim, internações pela patologia, incluindo a cada 100 mil habitantes.

O único fator com índice correspondente à Fase Amarela se dá nas estatísticas de óbitos e óbitos a cada 100 mil habitantes, algo que tem registrado alta constante nas últimas semanas e foi motivo de destaque na edição impressa do Diário do Litoral da última quinta-feira (13).

Na atualização mais recente do portal da Secretaria de Saúde São Paulo, realizada nesta sexta-feira, as autoridades sanitárias destacam que a passagem para a Zona Verde concede a shoppings centers, galerias e estabelecimentos similares a permissão para aumentar a capacidade de pessoas em seus ambientes para 60%. Atualmente, na Fase Amarela, estes locais podem receber uma capacidade máxima de 40%.

O mesmo aumento de pessoas também passa a ser aplicado a comércios em geral, lugares que prestam serviços e também em bares, restaurantes e outros locais onde ocorre consumo nas próprias dependências. A mesma mudança poderá ser registrada em academias de esportes de todas as modalidades e centros de ginástica. Nenhum dos estabelecimentos citados, porém, poderá aumentar o tempo aberto. Todos se manterão com um horário máximo de seis horas consecutivas.

OUTRAS REGIÕES

A possibilidade de avançar para a Zona Verde também é algo analisado pelas equipes de saúde do Governo Doria, uma vez que além da Baixada Santista, outras regiões também já figuram na Zona Amarela há pelo menos 20 dias consecutivos e algumas outras já superam a marca de 45 dias consecutivos com dados estáveis.

“Nós não tivemos, na avaliação de hoje, nenhum tipo de regressão das regiões do estado no Plano São Paulo”, declarou o vice-governador e secretário de governo Rodrigo Garcia Garcia, que também apontou quedas gerais nas taxas de ocupação hospitalar no estado. “Esses resultados mantêm a estabilização conquistada em cada uma das regiões. Hoje, 84 % da população de São Paulo está em áreas localizadas na fase amarela”, acrescentou.

Sem mudanças em relação à semana passada, a classificação vigente do Plano SP tem apenas as regiões de Franca e Registro na fase vermelha, com restrição total atendimento presencial em comércios e serviços não essenciais. Na fase laranja, estão as áreas de Barretos, Presidente Prudente e São José do Rio Preto, além das sub-regiões Norte e Oeste da Grande São Paulo.

A etapa amarela, que permite funcionamento restrito, contempla as regiões de Araçatuba, Araraquara, Baixada Santista, Bauru, Campinas, Marília, Piracicaba, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, Sorocaba, Taubaté e as sub-regiões Leste, Sudeste e Sudoeste da Grande São Paulo, além da Capital.

Fonte: DL – Diário do Litoral

Fonte: Diário do Litoral

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