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‘Tivemos de reinventar nossos negócios’, diz sócio de bar e escritório prejudicado pelo coronavírus

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Sócio de um bar e de um escritório que desenvolve produção de conteúdo, publicidade e consultoria de marcas, Bruno Bernardo apostou em novas frentes para os dois negócios.


"Esse é o momento de criar novas formas de negócio, diz o empresário Bruno Bernardo

“Esse é o momento de criar novas formas de negócio, diz o empresário Bruno Bernardo

O empresário Bruno Bernardo teve de readaptar os seus dois negócios por causa da crise provocada pelo surto de coronavírus. Ele é sócio de um bar e de um escritório que desenvolve conteúdo, publicidade e consultoria de marcas. Os dois negócios tiveram as atividades interrompidas.

Sem poder abrir, o INK Bar, inaugurado seis meses antes do início da pandemia, passou a oferecer serviço de delivery uma vez por semana. O escritório LabOf, que também interrompeu as atividades, criou um curso online e passou a permitir aluguel de obras de arte.

“Criamos drinks prontos no bar e houve uma resposta extremamente positiva. Conseguimos pagar as contas de abril com essa mudança”, afirma Bruno. “No LabOf, inauguramos um curso online sobre criatividade em casa, além da possibilidade de alugar obras de arte. Temos um leque de artistas e de obras paradas disponíveis para aluguel nesse momento que todo mundo está em casa”, afirma.

O G1 está acompanhando as histórias de empreendedores que estão tentando sobreviver à crise provocada pela pandemia do coronavírus e pelo fechamento dos negócios necessário para conter a disseminação da doença. Veja aqui o que os mesmos empresários contaram em abril; e os novos depoimentos este mês:

Mesmo com todas as adaptações, Bruno viu uma queda de faturamento nos seus dois negócios. No início da crise, o bar perdeu cerca de 80% da receita. Na produtora, a queda foi de 70%.

Por ser sócio dos dois empreendimentos e sem funcionários diretos, a principal preocupação do empresário direto era não ter margem para cortar custos no início da crise. No escritório do LabOf, o maior custo, por exemplo, é o aluguel do escritório de três andares na Vila Olímpia, em São Paulo. Mas há pouca margem de negociação.

“É o momento de a gente se readaptar, criar novas formas de negócios porque esse é o novo normal”, diz Bruno.

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Fonte: Prefeitura de Bertioga

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